Michael Matthew Groat PhD's Genealogical Database
Individuals: 97,713 Families: 61,838
Gedcom Last Modified: December 14, 2025 00:59:10
Augustus Gaius Julius Octavius Octavian V
- Preferred Name: Augustus Gaius Julius Octavius Octavian V[1]
- Gender: M
- FSID: L2WM-963
- http://familysearch.org/v1/TitleOfNobility: Emperor Magistrate Caesar with note: Data Standardization.
- The+name+Augustus: with note: Description: was awarded to him by vote of The Senate and people of Rome
Augustus First Emperor Of Rome
By Adrian Goldsworthy
- Birth: 23 SEP 63 BC in Rome, Roma, Lazio, Italy at LATI: N1.9051 LONG: E2.4971 with note: GEDCOM data
- http://familysearch.org/v1/TitleOfNobility: First Roman Emperor23 SEP 63 BC
- Burial: in Mausoleum Of Augustus, Roma, Roman Empire at LATI: N1.9 LONG: E2.4833 with note: GEDCOM data
- Death: 19 AUG 14 in Nola, Italia, Roman Empire. Buried At: Mausoleum Of Augustus, Roma, Roman Empire with note: GEDCOM data
- http://familysearch.org/v1/TitleOfNobility: First Emperor Of in Rome at LATI: N1.903 LONG: E2.4963 with note: Augustus First Emperor Of Rome By Adrian Goldsworthy
- Notes:
=== Life Sketch ===
He crossed The Adriatic with Marc Antony.
Augusto (em latim: Gaius Iulius Caesar Octavianus Augustus;[nt 1] Roma, 23 de setembro de 63 a.C. – Nuvlana, 19 de agosto de 14) foi o fundador do Império Romano e seu primeiro imperador, governando de 27 a.C. até sua morte em 14 d.C.[nt 2] Nascido Caio Otávio, pertenceu a um rico e antigo ramo equestre da família plebeia dos Otávios. Depois do assassinato de seu tio-avô Júlio César em 44 a.C., o testamento de César nomeou Otávio como seu filho adotivo e herdeiro. Junto com Marco Antônio e Lépido, formou o Segundo Triunvirato e derrotou os assassinos de César. Após a vitória na Batalha de Filipos, os três dividiram a República Romana entre si, passando a governar como ditadores militares.[nt 3] O triunvirato foi posteriormente posto de lado sob as ambições conflitantes de seus membros: Lépido foi exilado e despojado de sua posição e Marco Antônio cometeu suicídio após sua derrota na Batalha de Áccio em 31 a.C..
Após o fim do Segundo Triunvirato, Augusto restaurou a fachada externa de república livre, com o poder governamental investido no senado romano, os magistrados executivos e as assembleias legislativas. Porém, na realidade, manteve seu poder autocrático sobre a República como um ditador militar. Por lei, reteve um conjunto de poderes atribuídos vitaliciamente pelo senado, incluindo o comando militar supremo e aqueles de tribuno e censor. Criou o primeiro programa de previdência pública do mundo, assegurando a lealdade do exército, tornando-se algo que nenhum romano havia sido antes: o comandante em chefe de todas as Forças Armadas. Rejeitou os títulos monárquicos e em vez disso denominou-se "Primeiro Cidadão do Estado" (Princeps Civitatis). O quadro constitucional resultante tornou-se conhecido como o Principado, a primeira fase do Império Romano.
O reinado de Augusto iniciou uma era de relativa paz conhecida como Pax Romana ("Paz Romana"). Apesar de contínuas guerras de expansão nas fronteiras imperiais e uma guerra civil de um ano devido à sucessão imperial, o mundo romano esteve praticamente livre de conflitos em larga escala por mais de dois séculos. Ele dramaticamente aumentou o império, anexando Egito, Dalmácia, Panônia, Nórica e Récia, expandindo as possessões da África e Germânia e completando a conquista da Hispânia. Além das fronteiras, protegeu o Império com uma região tampão composta por Estados clientes e fez paz com o Império Parta por vias diplomáticas. Reformou o sistema romano de tributação, desenvolveu redes de estradas com um sistema de correio oficial, estabeleceu um exército permanente e a guarda pretoriana, criou serviços oficiais de policiais e bombeiros para Roma e reconstruiu grande parte da cidade durante seu reinado.
Augusto morreu em 14 d.C., com 75 anos. Pode ter morrido de causas naturais, embora tenha havido rumores não confirmados de que sua esposa Lívia Drusa o teria envenenado. Foi sucedido como imperador por seu filho adotivo Tibério (também enteado e, anteriormente, cunhado). Com 41 anos, foi o soberano com maior tempo de mandato em Roma.[2][3]
Ao longo de sua vida, Augusto foi conhecido por muitos nomes:
Ao nascer, foi chamado Caio Otávio (Gaius Octavius) em homenagem a seu pai biológico. Os historiadores tipicamente referem-se a ele simplesmente como Otávio (ou Otaviano) entre seu nascimento em 63 a.C. e sua adoção por Júlio César em 44 a.C. (depois da morte de Júlio César);[4]
Com sua adoção por César, tomou o nome de seu pai adotivo e tornou-se Caio Júlio César Otaviano (Caius Julius Caesar Octavianus), de acordo com o padrão romano de nomenclatura por adoção. Ele abandonou o "Otaviano" rapidamente e seus contemporâneos se referiam a ele como "César" durante o período, porém os historiadores chamam-no Otaviano entre 44 a.C. e 27 a.C.;[5][6]
Em 42 a.C., Otaviano iniciou o Templo do Divino Júlio, ou Templo do Cometa Estelar, e adicionou "Filho do Divino" (Divi Filius) em seu nome, visando fortalecer seus laços políticos com os antigos soldados de César, após a deificação deste, tornando-se Caio Júlio César, Filho do Divino (Gaius Julius Caesar Divi Filius);[7]
Em 38 a.C., Otaviano substituiu seu prenome "Caio" e seu nome "Júlio" por "Imperador" (Imperator), o título com o qual as tropas saudavam o seu líder após um sucesso militar, tornando-se oficialmente "Imperador César, Filho do Divino" (Imperator Caesar Divi Filius).[8]
Em 27 a.C., após a derrota de Marco Antônio e Cleópatra, o senado romano votou novos títulos para ele, que se tornou oficialmente "Imperador César, Filho do Divino, Augusto" (Imperator Caesar Divi Filius Augustus).[8][nt 4] Foi nos eventos de 27 a.C. que obteve seu tradicional nome de Augusto, que os historiadores usam para se referir a ele desde esta época até sua morte em 14 d.C..
Enquanto sua família paterna provinha da cidade de Velitras, a aproximadamente 40 km de Roma, Otávio nasceu na capital em 23 de setembro de 63 a.C., na Cabeça do Touro, uma pequena propriedade no Palatino, muito próxima ao Fórum Romano. A ele foi dado o nome "Caio Otávio Turino", sendo seu cognome uma possível alusão à vitória de seu pai em Túrio contra um bando de escravos rebeldes.[9] Devido à lotação de Roma à época, Otávio foi levado por seu pai para ser criado em Velitras. Ele menciona somente brevemente a família equestre de seu pai em suas memórias. Seu tataravô foi um equestre, seu bisavô paterno foi um tribuno militar da província romana da Sicília durante a Segunda Guerra Púnica, seu avô serviu em várias funções políticas locais e seu pai foi governador da Macedônia.[10][nt 5] Sua mãe, Ácia, era sobrinha de Júlio César.[12]
Seu pai morreu em 59 a.C., quando ele tinha quatro anos.[13] Sua mãe casou-se em 56 a.C. com Lúcio Márcio Filipo, que havia sido propretor da Síria.[14][15][16] Filipo alegou descender de Alexandre, o Grande e foi eleito cônsul em 56 a.C..[17] Filipo nunca teve muito interesse pelo jovem Otávio e, por isso, ele foi criado por sua avó, Júlia César, a Jovem, irmã de Júlio César. Ela morreu em 52 ou 51 a.C. e Otávio realizou a oração fúnebre.[18]
A partir deste momento, sua mãe e seu padrasto desempenharam um papel mais ativo em sua criação. Ele vestiu a toga viril quatro anos depois[14] e foi eleito para o Colégio dos Pontífices em 47 a.C..[19] No ano seguinte, foi responsável pelos jogos gregos, que foram realizados em honra ao Templo de Vénus Genetrix, construído por Júlio César.[20] De acordo com Nicolau de Damasco, Otávio desejava juntar-se à equipe de César em sua campanha na África, mas desistiu quando sua mãe protestou.[21]
Em 46 a.C., Ácia consentiu que se juntasse a Júlio César na Hispânia, onde planejava lutar contra as forças de Pompeu, o último inimigo de César, mas Otávio adoeceu e ficou impossibilitado de viajar. Quando se recuperou, velejou à fronte, mas naufragou. Após alcançar a costa com alguns companheiros, cruzou território hostil ao campo de César, impressionando consideravelmente seu tio-avô.[14] Veleio Patérculo registra que, depois desse momento, César permitiu que o jovem compartilhasse sua carruagem.[22] Ao voltar a Roma, César depositou novo testamento com as virgens vestais, nomeando Otaviano como seu primeiro beneficiário.[23]
Otaviano estava estudando e passando por treinamento militar em Apolônia, na província romana da Ilíria, quando César foi morto nos Idos de Março, em 15 de março de 44 a.C.. Rejeitando o conselho de alguns oficiais do exército para refugiar-se com as tropas na Macedônia, navegou à Itália para verificar se tinha potenciais fortunas política ou financeira. César não tinha filhos vivos legítimos sob as leis de Roma,[nt 6] e por isso havia adotado Otávio como seu herdeiro.[24] Marco Antônio, mais tarde, acusou Otaviano de ter obtido sua adoção por César por meio de favores sexuais, embora Suetônio, em sua obra Vida dos Doze Césares, descreva a acusação como calúnia política.[25] Após desembarcar em Lúpias, próximo de Brundísio (atual Brindisi), Otávio soube do conteúdo do testamento de César e só então decidiu tornar-se seu herdeiro político, bem como de dois terços de seu patrimônio.[20][26][27]
Após a sua adoção, Otávio assumiu o nome de seu tio-avô, Caio Júlio César. Os romanos que eram adotados por uma nova família geralmente mantinham seus nomes antigos na forma de cognome (por exemplo, Otaviano por alguém que tivesse sido Otávio). Porém, não há evidência de que tenha portado oficialmente o nome Otaviano, pois isto teria tornado suas origens modestas muito óbvias.[28][29][30] Os historiadores costumam se referir ao novo César como Otaviano no período entre sua adoção e a assunção do nome Augusto, em 27 a.C., para evitar a confusão do ditador morto com seu herdeiro.[31]
Para fazer uma entrada bem-sucedida nos altos escalões da hierarquia política romana, Otaviano não podia se basear em seus fundos limitados.[32] Após uma calorosa recepção pelos soldados de César em Brundísio,[33] exigiu uma parte dos recursos que haviam sido alocados à pretendida guerra contra o Império Parta no Oriente Médio.[32] Isso equivalia a 700 milhões de sestércios armazenados em Brundísio, o campo de preparação na Itália às operações militares no Oriente.[34]
Uma investigação senatorial posterior a respeito do desaparecimento dos recursos públicos não levou a ação alguma contra Otaviano, uma vez que ele subsequentemente usou o dinheiro para recrutar tropas contra o inimigo do senado, Marco Antônio.[33] Otaviano fez outro movimento ousado em 44 a.C., quando, sem permissão oficial, apropriou-se do tributo anual que havia sido enviado pela província romana do Oriente Próximo à Itália.
Preferred Parents:
Father: Gaius Octavius Praetor Rome Macedonia, b. 145 BC in Rome, Roma, Lazio, Italy d. 59 BC in Rome, Roma, Lazio, Italy
Mother: Atia Balba , b. 0085 BC or 87BC in Rome, Roma, Lazio, Italy d. AUG 43 BC in Campania, Italy
Family 1: Livia Julia Drusilla Augusta of Rome, b. 30 JAN 59 BC in Roma, Roman Republic d. 28 SEP 29 BC in Roma, Roman Republic
- m. BET 40 BC AND 38 BC in Rome, Roma, Lazio, Italy
Family 2: Claudia , b. 57 BC
Family 3: Scribonia Augustus Libo, b. 70 BC in Rome, Roman Republic d. 16 in Rome, Roman Republic
- Iulia Augustis filia, b. 30 OCT 39 BC in Rome, Roma, Italy d. 14 in Reggio di Calabria, Calabria, Italia (Italy)
Sources:
- Title: https://www.wikiwand.com/en/Augustus
Publication: Name: https://www.wikiwand.com/en/Augustus;
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