Michael Matthew Groat PhD's Genealogical Database
Individuals: 97,713 Families: 61,838
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Madragana Bat Aloandro
- Preferred Name: Madragana Bat Aloandro[1] [2] [3] [4] [5] [6]
- Gender: F
- Birth: 1230 in Faro, Faro, Portugal at LATI: N7.0192 LONG: E7.9304
- FSID: LHZB-WYK
- Death: in Portugal at LATI: N9.7707 LONG: E7.9781
- Notes:
=== Life Sketch ===
"Martim Afonso Chichorro, filho do rei de Portugal D. Afonso III e de uma sua amante moura, cujo nome não ficou documentado, mas é hoje geralmente aceito que fosse Madragana, "filha do conquistado" (1249) alcaide de Faro Aloandro ben Bekar, que é apontado como descendente varonil dos Exilarch da Babilónia (os reis dos judeus exilados da Babilónia) e da Casa de David. Madragana, nascida cerca de 1230, foi baptizada com o nome de Mor Afonso, "
Manuel Abranches de Soveral
Foi filha[1] de Aloandro Ben Bakr ou Aloandro Ben Bekar ou Ben Bakr, vulgarmente conhecido como Aloandro ou Aldroando Gil depois de se proceder ao seu baptismo. Aloandro e Bekar são as únicas formas portuguesas conhecida do seu nome no árabe original. Segundo os dados existentes foi um muladi dos Banu Harune.
Madragana é chamada nas antigas crónicas de Mourana ou Mourana Gil.
Madragana teve do rei D. Afonso III de Portugal:
D. Martim Afonso Chichorro (1250 - 1313), casado com Inês Lourenço de Valadares (ou de Sousa) (1250 -?), filha de Lourenço Soares de Valadares (1230 -?) e de Maria Mendes de Sousa (c. 1230 -), de quem descendem as famílias Sousa (Sousa de Arronches e Sousa do Prado) assim como as famílias Machado, Silveira Ramos e Faria Blanc.
D. Urraca Afonso de Portugal (c. 1260 -?), que foi casada por duas vezes, a primeira em 1265 com Pedro Anes Gago de Riba de Vizela (1240 - 1286) (seu primo, já que ambos descendiam de uma filha do rei D. Afonso I de Portugal e de sua amante Elvira Guálter, e de D. Sancho Nunes de Celanova (1070 - 1130) e da infanta Sancha Henriques, irmã desses mesmo rei), e cuja descendência se encontra extinta. D. Urraca foi casada segunda vez com D. João Mendes de Briteiros (c. 1250 -?), sendo que deste matrimónio existe una numerosa descendência, encontrando-se entre elas os Figueiredo, Loureiro, Bandeira, Cota, entre outras.
É certeza histórica Mor Afonso ser Madragna bat Aloandro, filha do último alcaide mouro de Faro, que foi tomada como concubina pelo rei Afonso III quando da conquista definitiva do Algarve. Ele a exibia como um troféu, a batizou e dela teve descendência. Segue-se, então, a linhagem de Aloandro ben Bakr, Alcaide da referida cidade de Faro, que é traçada conforme muitas fontes.
=== Descendencia Judia ===
Sobre Aloandro Ben Bekr ou Ben Bekar, pai de Madragana
Pertencente aos Banu Harun, foi pai de Madragana Ben Aloandro que depois de baptizada passou a denominar-se Mor Afonso (1230 -?) companheira de el-Rei Afonso III de Portugal com quem teve dois filhos.
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aloandro_Ben_Bakr
Sobre os Banu Harún
Banu Harún (em árabe , ﺑﻨﻮ هارون), foi uma importante família muladí , a dos qadis da cidade de Faro . Os seus domínios situavam-se no sotavento algarvio no século XI , período do seu maior destaque político, quando a parte ocidental desta região pertenceu à Taifa de Santa María del Algarve desde 1018 , de cujos senhores eram descendentes, até ao mesmo. foi anexada pela Taifa de Sevilha em 1051 . Eles descendem de Haroun . https://es.m.wikipedia.org/wiki/Banu_Har%C3%BAn
Sobre os Muladí
Segundo o dicionário da Royal Academy , vem do árabe hispânico muwalladín (pl. *muwállad ), e este do árabe clássico muwallad , que significa "gerado de mãe não árabe". [3] https://es.m.wikipedia.org/wiki/Mulad%C3%AD
Sobre o Sobrenome Bat-
Os judeus têm usado historicamente nomes patronímicos hebraicos. No sistema patronímico judaico, o primeiro nome é seguido por ben- ou bat- ("filho de" e "filha de", respectivamente) e depois o nome do pai. (Bar-, "filho de" em aramaico, também é visto.)https://en.m.wikipedia.org/wiki/Jewish_name
=== Madragana Ben Aloandro ===
Madragana Ben Aloandro
Ver histórico
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Madragana Ben Aloandro
Nascimento 1230
Faro
Cidadania Portugal
Cônjuge Pedro Anes de Riba de Vizela, João Mendes de Briteiros
Filho(s) Martim Afonso Chichorro, Urraca Afonso de Portugal, Margarita de Castro e Souza
[edite no Wikidata]
Madragana Ben Aloandro, depois de baptizada conhecida como Mor Afonso (Faro, Algarve, 1230 -?) foi companheira do rei D. Afonso III de Portugal depois de este ter dado por completa a Reconquista do território que forma Portugal tomando a cidade de Faro em 1249.
A cidade de Faro fazia parte do Reino Muçulmano do Algarve (Algarbe Alandalus) e era pai de Madragana Aloandro Ben Bakr, que era alcaide (cádi) e governador militar do Castelo de Faro. Por via das relações de Madragana com o rei Afonso III de Portugal, de quem teve cinco filhos resultou uma numerosa família que se tornou antecessora de quase todas as famílias reais e aristocráticas da Europa.
Depois de a paixão do rei desaparecer, Madragana casou-se com Fernão Rei, de quem teve uma filha devidamente documentada e chamada Sancha Fernandes. Pelas relações com o rei Afonso III de Portugal, rei católico e por ter filhos com este foi baptizada, tendo na altura recebido um novo nome, desta feita cristão, passando assim a chamar-se Maior Afonso ou Mor Afonso (sendo que o termo Mor era uma abreviatura de Maior, nome bastante comum entre as mulheres do Portugal medieval). O nome Afonso foi-lhe atribuído e significa "A filha de Afonso", o que segundo alguns historiadores pudera querer dizer que depois de ter filhos reais de D. Afonso III tornou-se ele seu padrinho por baptismo, transformando-a assim numa protegida sua.
Existe alguma controvérsia sobre o facto de ela ser de origem moura, pois existem historiadores que afirmam o contrário, Duarte Nunes de Leão, cronista real do Reino de Portugal durante o século XVI, assegura que Madragana era de origem muçulmana. Este facto no entanto é negado no século XVIII por António Caetano de Sousa, na sua obra História Genealógica da Casa Real Portuguesa. Deve no entanto ser dito que António Caetano estava a ser pago pelo rei D. João V de Portugal para escrever a referida história genealógica da casa real portuguesa pelo que esta informação, por ser pouco conveniente pode ter sido omitida, pondo assim a família Sousa a descender de Mor Afonso, que pertencia à linhagem real e se encontrava ligada às famílias aristocráticas mais importantes da corte.
Relações familiares
Foi filha[1] de Aloandro Ben Bakr ou Aloandro Ben Bekar ou Ben Bakr, vulgarmente conhecido como Aloandro ou Aldroando Gil depois de se proceder ao seu baptismo. Aloandro e Bekar são as únicas formas portuguesas conhecida do seu nome no árabe original. Segundo os dados existentes foi um muladi dos Banu Harune.
Madragana é chamada nas antigas crónicas de Mourana ou Mourana Gil.
Madragana teve do rei D. Afonso III de Portugal:
D. Martim Afonso Chichorro (1250 - 1313), casado com Inês Lourenço de Valadares (ou de Sousa) (1250 -?), filha de Lourenço Soares de Valadares (1230 -?) e de Maria Mendes de Sousa (c. 1230 -), de quem descendem as famílias Sousa (Sousa de Arronches e Sousa do Prado) assim como as famílias Machado, Silveira Ramos e Faria Blanc.
D. Urraca Afonso de Portugal (c. 1260 -?), que foi casada por duas vezes, a primeira em 1265 com Pedro Anes Gago de Riba de Vizela (1240 - 1286) (seu primo, já que ambos descendiam de uma filha do rei D. Afonso I de Portugal e de sua amante Elvira Guálter, e de D. Sancho Nunes de Celanova (1070 - 1130) e da infanta Sancha Henriques, irmã desses mesmo rei), e cuja descendência se encontra extinta. D. Urraca foi casada segunda vez com D. João Mendes de Briteiros (c. 1250 -?), sendo que deste matrimónio existe una numerosa descendência, encontrando-se entre elas os Figueiredo, Loureiro, Bandeira, Cota, entre outras.
De Urraca Afonso descendem grande parte da aristocracia e grande parte das famílias reais europeias, seja por entremeio da Casa de Sousa por via dos condes de Miranda do Corvo, ou dos marqueses de Arronches e dos duques de Lafões, da família real portuguesa.
Entre os seus descendentes mais ilustres encontra-se D. Rui de Sousa, que corria o ano de 1494 negociou, escreveu e assinou o Tratado de Tordesilhas, em nome do rei, João II de Portugal. D. Rui foi acompanhado à corte castelhana pelo seu filho, D. João de Sousa, que também assinou o referido tratado.
Igualmente notáveis foram D. Martim Afonso de Sousa, Senhor de Mortágua, que participou na Batalha de Aljubarrota em 1385 e D. Martim Afonso de Sousa, que exerceu o cargo de governador do Brasil e de governador da Índia portuguesa durante o século XVI.
Algumas das famílias reais europeias que descendem de D. Urraca vão buscar a sua linhagem a Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, avó da rainha Vitória I de Inglaterra por via dos casamentos dos membros da família real inglesa com outras casa reais europeias.[2][3][4][5][6][7]
Referências
BRANDAO, António (1632). Quarta parte da Monarchia lusitana : que contem a historia de Portugal desdo tempo del Rey Dom Sancho Primeiro, até todo o reinado delRey D. Afonso III. Lisboa: Mosteiro de S. Bernardo. pp. 220 verso
Luís Suárez Fernández, (1976). Historia de España Antigua y media. Editorial Rialp. ISBN 84-321-1883-4
Anselmo Braamcamp Freire, (1973). Brasões da Sala de Sintra. Imprensa Nacional-Casa de Moeda.
António Caetano de Sousa, (1946). História Genealógica da Casa Real Portuguesa. Atlântida. I Vol.
Felgueiras Gaio, (1940). Nobiliário das Famílias de Portugal. Braga.
José Augusto Sotto Mayor, (1999). Linhagens Medievais Portuguesas. Porto, Universidade Moderna.
Manuel Abranches de Soveral, (2000), "Origem dos Souza ditos do Prado", em Machado de Vila Pouca de Aguiar. Ascendências e parentescos da Casa do Couto d'Além em Soutelo de Aguiar, Porto.
=== moura Madrana ===
moura Madrana
=== Esclava y Concubina Mora, tuvo varios hi ===
Esclava y Concubina Mora, tuvo varios hijos ilegitimos.
=== concubina mora (arabe) ===
concubina mora (arabe)
=== Alguns dizem que tem descendência Judia, mas não há ===
A cidade de Faro, isolada e sem esperança de socorro por parte das forças muçulmanas, rendeu-se facilmente perante as forças das ordens militares, experientes e bem disciplinadas, mesmo sendo estas constituídas, provavelmente, por um pequeno número de soldados. Assim se explica porque nas fontes contemporâneas muçulmanas esta e outras fortalezas algarvias surjam não como conquistadas, mas como "entregues" aos cristãos. Afonso III tomou posse da cidade do Faro em 27 de março de 1249, das mãos do alcaide Aloandro Ben Bakr, do proeminente clã dos Banu Harun, de origem muladi (ibero muçulmana). Tanto os nomes "Madragana'' como "Aloandro'' são adaptações lusas de seus nomes originais.
fonte:
https://historiaislamica.com/pt/madragana-e-afonso-iii-como-uma-princesa-muculmana-misturou-o-sangue-mouro-a-casa-real-portuguesa/
Family 1: Afonso o Bolonhês Rei de Portugal y de Algarves III, b. 5 de maio de 1210 in Coimbra, Coimbra, Portugal d. 16 de fevereiro de 1279 in Alcobaça, Leiria, Portugal
Sources:
- Title: Soveral, Manuel Abranches de. Origem dos Souza ditos do Prado
Publication: Name: https://www.soveral.info/mas/Souza%20do%20Prado.htm;
- Title: Informacion de Madragana_Ben_Aloandro
Author: Wikipedia
Publication: Name: https://es.wikipedia.org/wiki/Madragana_Ben_Aloandro;
- Title: Revendo a Genealogia Pereira
Publication: Name: https://www.familysearch.org/photos/artifacts/126854216;
Page: Informações sobre a judaicidade.
- Title: Pistas das fontes, não confirmei
Publication: Name: http://blogorigens3.blogspot.com/2019/04/joao-e-nete.html?m=1;
- Title: Legacy NFS Source: Madragana or Mor Afonso - Government record: birth:
Note: Government record: birth:
Page: Migrated from user-supplied source citation: urn:familysearch:source:2655360692
- Title: Madragana Ben Aloandro
Publication: Name: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Madragana_Ben_Aloandro;
Note: Madragana Ben Aloandro
Nascimento
1230
Faro
Cidadania
Portugal
Cônjuge
Pedro Anes de Riba de Vizela, João Mendes de Briteiros
Filho(s)
Martim Afonso Chichorro, Urraca Afonso de Portugal
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